sexta-feira, 21 de setembro de 2018

DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO (2018)





Em 2014 tivemos o primeiro filme da franquia. Na história Josh Wheaton entra para a faculdade e resolve enfrentar um arrogante professor que não acredita em Deus. Assim é desafiado a provar a sua existência.


Em 2016, no segundo filme da série, Grace, uma professora católica se utiliza de um exemplo envolvendo Jesus Cristo durante uma aula e por isso acaba enfrentando um processo que pode culminar na cassação de seu direito de lecionar.


Agora em 2018 temos o terceiro filme da série. Nele o Pastor Dave, que comanda uma Igreja instalada dentro de uma Universidade Estadual, começa a ser alvo de atos terroristas por parte dos estudantes que querem que ele abandone o Campus.



Os dirigentes da Universidade decidem então que o melhor é a retirada da Igreja e alegam querer construir no local um Centro Estudantil.



O pastor Dave começa a procurar um meio de mudar essa decisão e fala com um advogado, seu irmão, mas parece que todos acham que a causa está perdida.


Mas, será que está mesmo?


Tanto o segundo como o terceiro filmes não possuem o conteúdo e apelo filosóficos que teve o primeiro e acabam sendo mais histórias motivacionais utilizando a religião com o objetivo de mostrar que com fé e luta qualquer desejo pode ser alcançado. Mas a presença do Josh do primeiro filme, que desistiu do Direito e abraçou a fé definitivamente traz bons momentos.




Nada contra a mensagem que, com certeza, é verdadeira, mas a falta de um roteiro mais trabalhado deixa os 104 m de filme um pouco cansativos. Mas para quem gosta do gênero é um bom filme.



NOTA – 3,0

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

SÉRIES NETFLIX




Quem nunca maratonou uma série da Netflix? Lá podemos encontrar tanto produções originais, como séries produzidas por outros canais, de diversos gêneros e para todos os gostos. As produções originais tem sido muito criticadas, mas várias delas são muito boas.

Hoje falaremos de 4 séries disponíveis e que valem muito à pena.


THE RAIN





Série Dinamarquesa com 8 episódios lançada em 2018.
Conta a história de um futuro distópico em que a humanidade foi destruída por uma chuva tóxica, com um vírus mutante que, ao entrar em contato com uma pessoa a mata instantâneamente.
A história começa com Simone e Rasmus dois jovens irmãos que são deixados em um bunker por seus pais cientistas e que só saem de lá 6 anos depois da chuva.
Quando saem do Bunker precisam lutar por sua sobrevivência. Se juntam a outros personagens, cuja história de onde estavam quando a chuva começou vai sendo revelada durante os episódios e justifica o tipo de personalidade de cada um.



O BOSQUE



Série Francesa em 6 episódios únicos do gênero policial e suspense.
Uma menina desaparece na floresta local e o papel dos policiais é entender o que aconteceu com ela e o que está por trás do desaparecimento.
Apesar de ter sido taxada como clichê, a série prende a atenção e pode ser vista rapidamente por ter poucos episódios.



OS INOCENTES



Série britânica em 8 episódios do gênero ficção/fantasia com romance.
Harry e June são dois adolescentes que se apaixonam. Mas ela guarda um segredo que nem ela mesma conhece. Herdou de sua mãe o poder de trocar de corpo com outra pessoa por ser uma shifter.
Apesar do tema a série tem pouca ação e foca mais na relação dramática entre pessoas mutantes dentro da mesma família e sua relação com a sociedade e o romance entre os dois personagens principais, que lutam a cada episódio para ficarem juntos.
Essa série me foi recomendada pelo canal do Milho Wonka e confesso que esperava mais, mas assistir não causou nenhum arrependimento




TRAVELERS



E ssa série já tem duas temporadas com 12 episódios cada uma e para quem gosta de ficção científica ela é demais.
Viajantes do futuro se transportam tomando a consciência de pessoas que vão morrer a fim de mudar acontecimentos do século XXI que colaboraram para a extinção do planeta no futuro. Mas nem todos os viajantes querem a mesma coisa.




quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A FREIRA (2018)





O filme se inicia com as cenas finais de “INVOCAÇÃO DO MAL 2” onde aparece o espírito da freira, e então volta no tempo para o ano de 1952, na Romênia, onde acontecerá essa história. Para não dar spoilers sobre o que acontece no filme, digamos que após acontecimentos muito estranhos em um mosteiro isolado de freiras enclausuradas localizado em uma pequena cidade, o Vaticano pede que o Padre Burke, responsável por missões difíceis e especiais para a Igreja, se una a uma noviça chamada Irene, em um convento em Londres. Essa noviça tem visões desde pequena e eles crêem que ela possa ajudar na missão. Partindo os dois para o seu destino, encontram Frenchie, o rapaz que costuma levar suprimentos ao mosteiro e pedem que ele os conduza ao seu destino final. E é lá que terão que enfrentar e vencer o demônio Valak, libertado há séculos atrás e que permanece preso através das orações das freiras.



Apesar de ter uma fotografia tenebrosa, escura, regada a cores frias e um roteiro interessante, começa bem, fica ruim e melhora bem no finalzinho. A história começa bem amarrada e quando chega à sua metade passa a ser uma sucessão de sustos e cenas de jump scares tão repetitivas que acabam deixando de ser assustadoras. Um filme tão esperado e que pode muito bem ser assistido no conforto do sofá de sua sala que não fará muita diferença. O ritmo acaba ficando muito arrastado.


 O filme foi baseado no demônio Valak, o Senhor das Serpentes, contido nos grimórios, coleções de livros medievais que apresenta feitiços de todos os tipos.



No livro ele é descrito como o Presidente do Inferno, comanda 38 legiões de demônios e tem a aparência de um menino, o que pode justificar a presença do garoto Daniel em algumas cenas.


Na “lenda”, o Rei Salomão teria conseguido invocar 72 destes demônios e os prender em um vaso que nunca poderia ser quebrado, do contrário eles seriam libertados. Isso pode ter inspirado a história vista no filme onde Valak, apesar de uma forma um pouco diferente, também é aprisionado.




Mas, e a freira, de onde veio? A ideia da personificação de Valak em uma freira veio de uma conversa do diretor com Lorraine Warren que disse ter sido assombrada por visões de uma freira durante muito tempo.



A freira é interpretada pela atriz Bonnie Aarons que, por ter traços fortes e marcantes, facilitou a caracterização.



Outro fato interessante é que a atriz que vive a personagem da noviça Irene é Taissa Farmiga, irmã de Vera Farmiga que interpreta Lorraine Warren nos outros filmes da franquia.


Notas da crítica ficam na média de 3,5, dos espectadores permanecem dentro da média de 3,8, mas nossa nota será um pouco menor.


NOTA – 3,2

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

VIDAS À DERIVA (2018)







Drama, Romance e acima de tudo uma história Real (85 m)


Shailene Woodley – Tami Oldham


Tami e Richard se conheceram e se apaixonaram praticamente a primeira vista. Duas pessoas aventureiras e com um intenso desejo de conhecer o mundo velejando. Ele, um ex-marinheiro de 34 anos e ela uma moça de 24 anos que resolveu sair de casa aos 18 anos e viver a vida intensamente. Um dia os dois recebem uma proposta para levar um veleiro de propriedade de um casal conhecido de Richard do Taiti para San Diego, mas são atingidos por um forte furacão. À Deriva, lutam por vários dias por sua sobrevivência.




O filme foi baseado na história real de Tami Oldham e Richard Sharp que em outubro de 1983 iniciaram uma viagem que acabou em desastre. A história foi retratada no livro “Adrift:76 Days lost at sea” ou o mesmo “Vidas à Deriva” em português. Se você não leu o livro ou não conhece a história, ainda pode ter uma pequena surpresa ao final do filme.




Segundo a crítica especializada tem seu ritmo comprometido ao alternar as cenas entre o acidente e imagens do passado que mostram como eles chegaram até aquele momento. A tensão interessante nesse tipo de filme, que geralmente acontece quando o tempo vai passando e as coisas só pioram é realmente quebrado, mas deve-se salientar que o foco do filme não é esse. É ressaltar como nosso cérebro funciona em casos extremos lutando pela sobrevivência e logicamente o tipo de amor que uniu duas pessoas tão parecidas e diferentes ao mesmo tempo.


O filme é bem interessante e um bom entretenimento para quem gosta de um filme romântico com pouquíssimos efeitos, mas um belo cenário.


Nota da crítica – 2,7
Nota da audiência – 3,7


NOSSA NOTA – 3,2


terça-feira, 14 de agosto de 2018

JOGADOR NÚMERO 1 (2018)







Ficção Científica, Fantasia, Ação e muito Vídeo Game (120 m)


O ano é 2044 e o mundo está arruinado. Melhor que enfrentar a realidade é viver dentro de um jogo o “OASIS” onde cada um pode ser o que quiser. O jogo foi criado por James Halliday e, quando ele morre, monta um quebra cabeças que leva a três chaves especiais. Aquele que conseguir as três chaves e, principalmente a última, a chave de cristal, se torna o dono do jogo e de uma grande fortuna.


 Wade Watts se propõe a tentar, junto com seus três amigos de jogo que ele só conhece virtualmente, a conseguir as chaves. Nesse processo conhece a jogadora Ártemis, que se junta ao grupo. Mas só tem um problema: eles terão que vencer Nolan Sorrento, dono de uma mega corporação que quer o jogo a todo custo e que fará tudo para atrapalhar os outros jogadores.


O filme tem direção de Steven Spielberg, é riquíssimo em efeitos visuais e inspirado nos melhores e maiores jogos de vídeo game. Como diversão vale à pena. Apesar de um roteiro previsível e que não oferece muitas reviravoltas, é empolgante ver que a inteligência e a perseverança são primordiais para vencer qualquer jogo, principalmente o Jogo da Vida.




Baseado no livro de Ernest Cline “Ready Palyer 1” (que como sempre é um pouco mais empolgante que o filme), o filme deve ser absorvido em cada detalhe. Ele empolgará mais, com toda certeza, o público gamer, mas se você gosta do gênero Ficção Científica e aprecia bastante ação gratuita, também vai gostar.


Notas da crítica – 3,9
Notas dadas pela audiência – 4,4


NOSSA NOTA – 4,0 (Mais pelo visual que pela história)

sábado, 11 de agosto de 2018

NO OLHO DO FURACÃO (2018)







Mais Ação que tragédia climática (104 m)


Todos sabem que o dinheiro velho, em todos os países, é separado para ser destruído. No filme, o Tesouro Nacional acaba acumulando 600 milhões de dólares por conta de um defeito no triturador e um grupo bola um grande plano para roubar esse dinheiro. Só que, ao mesmo tempo, um furacão nível 5 se aproxima e restam apenas um meteorologista, um especialista em geradores e uma agente detentora da única senha que falta para completar o roubo, que poderão resolver a questão e impedir o crime.




Se você espera um filme cuja trama principal se trata do planejamento de um roubo milionário, com tiros e enfrentamentos policiais, irá gostar. Apesar de o roteiro ser bem básico, o filme é dinâmico desde o início, mas pobre em efeitos e, muitas vezes, empaca em uma ideia e demora a sair dela.


Agora se seu interesse são os filmes catástrofe e vir o furacão passando e destruindo tudo, o que pouco acontece no filme, esse não é o foco da história. O furacão entra em cena apenas para ser mais um agente colaborativo ao roubo, que foi planejado de forma a que ele fosse usado a favor dos criminosos.


Mas será que ele não pode ser usado ao contrário?



 O filme não possui atores muito conhecidos (o mais conhecido é Toby Kebell, o Messala de Ben Hur e que deixa um pouco a desejar em atuação) e as notas da crítica não foram muito boas. Obteve média 2,0 da crítica especializada e 3,1 por parte da audiência pública. Nossa nota?


NOTA – 2,8

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

HEREDITÁRIO (2018)








Terror Clássico com teor Metafórico (2h02m)


Você já ouviu falar em Terror Sensorial? É um gênero de filme que assusta não pela presença de jumpscares (aqueles sustos que tomamos ao aparecer algo inesperado), mas pelo clima de tensão que reina por todo o tempo. Um Lugar Silencioso e 1922, são exemplos recentes do gênero. Hereditário está entre eles, pelo menos até a sua metade, pois depois disso ele vira um terror mais clássico.


Annie é designer de miniaturas, casada, mãe de um casal de filhos: Peter e Charlie. Possui um histórico familiar relacionado a doenças mentais muito complicado e parece que sua filha herdou algum desses problemas. Talvez por isso ela tenha sido sempre a preferida da mãe de Annie. Quando a matriarca morre, coisas ruins começam a acontecer.




É o tipo de filme que é dirigido a um tipo de público que aprecia o processo de imersão na história, pois pode parecer algo parado, que se desenvolve lentamente, mas cada elemento é importante para a conclusão de todos os acontecimentos e traz um grande plot twist no final, mudando o ritmo. Porém o filme pode ser compreendido de duas formas. Se você perceber apenas as ocorrências como elas são, vai se deparar com um filme clássico sobre demônios. Mas na verdade ele possui um profundo conteúdo metafórico que fala sobre a hereditariedade dos problemas mentais. Se ficar alguma dúvida é só assistir a explicação de alguns pontos contidos no filme no vídeo abaixo. Mas cuidado, o vídeo é explicativo, portanto tem spoilers!!!!!





segunda-feira, 6 de agosto de 2018

MAMMA MIA: LÁ VAMOS NÓS DE NOVO! (2018)







Musical, 108 m

O primeiro filme de 2008 teve como foco a procura de Sophie, filha de Donna, por seu verdadeiro pai. Mas Donna já não está entre nós. Um ano após sua morte, Sophie resolve reformar e reabrir o hotel da mãe na Grécia.


Desta vez a história se concentra no passado de Donna, que, ao se formar e sem poder contar com a presença de seus pais em sua vida, resolve viajar e encontrar o seu lugar no mundo. No caminho ela cruza com Bill, Harry e Sam e tem uma relação rápida com cada um deles, percebendo depois que uma dessas relações acabou em uma gravidez.  Apaixonada pela Ilha de Kalokairi, ela resolve se estabelecer ali e montar um hotel em uma casa abandonada.


 Algumas críticas relatam como negativos o excesso de músicas em comparação com a evolução da história (gente, é um MUSICAL!!!!!!)  e também a ausência de Meryl Streep, mas a própria sinopse já mostrava que a personagem de Donna havia morrido, portanto sua aparição apenas em poucas cenas já era esperada.

Mas a premissa do filme é emocionar. Entre cenas do passado e do presente, o mais importante é mostrar a ligação especial entre uma mãe e sua filha. É disso que a história se trata na verdade. De como nosso modo de viver pode influenciar diretamente as próximas gerações e de como se constrói o verdadeiro amor.




O filme é menos história e mais sentimento e é exatamente por isso que amamos tanto essa arte. Talvez por isso a nota dos críticos tenha sido tão baixa, pois para eles o mais importante são os aspectos técnicos.


Vá ao cinema disposto a rir, chorar e sentir, ver cenários lindos e desfrutar de uma bela fotografia. A média do público foi de 4,2, comprovando que se você gosta de romantismo, musicais e das músicas do grande grupo Abba, vai adorar!!!!


NOTA – 4,5

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

PRÓXIMA PARADA: APOCALIPSE (2018)







Ficção Científica

Somos fãs do gênero de filme apocalíptico, fim do mundo, vamos todos morrer, essas coisas. Dá para imaginar a vontade de assistir a esse filme que nos assolou.


 O começo é interessante. Um rapaz com sua noiva grávida, vai viajar a trabalho, visita a família dela com a finalidade de conversar com o pai da moça e contar sobre a gravidez, e aí se depara com o caos. Um caos que não é explicado de onde veio, mas que faz com que o protagonista e o pai da noiva se aventurem estrada afora para salvar a moça e garantir seu bem estar. Mas é apenas isso. Até o meio do filme ainda se vê alguma ação que parece que vai dar em algum lugar, só que não. O filme empaca, vemos apenas sucessões de cenas todas parecidas com as que já foram vistas e aí o filme acaba.




Sim, do nada o filme acaba, deixando o espectador a ver navios. Um elenco recheado de estrelas como Forest Withaker (recentemente o Zuri de Pantera Negra) e Theo James (da série de filmes Divergente) nos faz esperar algo bem melhor e não algo que se encaixe na categoria 



NÃO ASSISTA ESSE FILME!



quinta-feira, 2 de agosto de 2018

OS INCRÍVEIS 2 (2018)







Animação (108 m)


A Família Incrível tenta deter um roubo a um banco e acaba causando estragos na cidade que fazem com que o programa de Super Heróis seja encerrado. Mas eles têm que trabalhar para sobreviver. Recebem um convite para agirem novamente, mas quem eles querem é a Mulher-Elástica e isso faz com que o Sr. Incrível seja promovido ao Sr. Do lar, cuide da casa, dos filhos e...do seu caçula que começa a demonstrar que também possui poderes.


 Após 14 anos (o primeiro filme saiu em 2004) temos o retorno da família mais incrível e cheia de poderes do mundo. O roteiro é o mesmo de todo filme de Super Herói, o bem lutando contra o mal, mas com cenas muito engraçadas, principalmente as que mostram o Sr. Incrível tentando dar conta da casa e dos filhos.


O filme bateu alguns recordes como o de animação computadorizada mais longa realizada até hoje, o intervalo entre sequências também mais longo e o trailer lançado em 2017 foi o mais assistido até hoje marcando 13 milhões de visualizações só na primeira semana. Não é a toa que o filme possui uma nota média de crítica 3,5 e média entre os espectadores de 4,6, maior que a do primeiro filme que ficou em 4,4.




Vale muito a pena, principalmente se você quiser agradar seu lado criança ou então fazer um passeio em família.





NOTA – 3,5